Até recentemente
havia uma regra não escrita na Igreja Universal: o bispo Edir Macedo só deixava
que um novo templo fosse aberto se tivesse certeza de que poderia arrecadar ali
um mínimo de R$150.000 reais por mês. Menos do que isso, não valia a
pena.
A concorrência nos
calcanhares, sobretudo da Igreja Mundial do Poder de Deus, de Valdemiro
Santiago, obrigou a Universal adotar uma nova estratégia de franquia. Agora,
basta o candidato provar que o templo faturará R$ 50.000 reais por mês, no mínimo,
e tem a autorização para que abra as portas.
Por Lauro Jardim